Escola de Ciências da Saúde e da Vida lança nova pós-graduação em Radiofarmácia/ Foto: Divulgação

Com o avanço tecnológico e científico em todas as áreas da medicina, em especial na oncologia, cardiologia e neurologia, a demanda por profissionais com conhecimento em Radiofarmácia tem aumentado a cada dia. Para suprir essa necessidade, a PUCRS, por meio da Escola de Ciências da Saúde e da Vida, está lançando o primeiro curso de pós-graduação na área oferecido por universidade privada no Brasil. 

“Dentro de um curto espaço de tempo, os profissionais que forem atuar em Radiofarmácia deverão ter um certificado de especialista ou apresentar comprovação de atuação na área nos últimos anos”, afirma a professora Cristina Jeckel, coordenadora do curso. 

Nessa linha, o curso oferece uma capacitação aprofundada e inédita com foco prático na fabricação de radioisótopos de uso médico, incluindo a realização de um estágio no Instituto do Cérebro da PUCRS (InsCer). Referência nas áreas de Medicina Nuclear e Radiofarmácia, o InsCer atua há mais de dez anos pesquisando, produzindo e distribuindo fármacos e especializando-se em diagnósticos mais precisos de diversas doenças através de seu Centro de Imagem Molecular. 

Sobre a Radiofarmácia 

O produto desta especialidade farmacêutica é o radiofármaco, um medicamento formado por uma molécula ligada a um elemento radioativo. Conforme o tipo de radiação emitida, os medicamentos podem ter função diagnóstica ou terapêutica.  

Na Medicina Nuclear, os radiofármacos são essenciais para a realização dos exames PET/CT e SPECT, que geram imagens metabólicas do corpo humano. A partir da injeção do medicamento, os aparelhos otimizam, junto ao radiofármaco, a localização das células associadas à patologia, permitindo uma possível detecção precoce de diversas doenças, além de auxiliarem no diagnóstico de casos clínicos oncológicos e neurodegenerativos. “No futuro, a Radiofarmácia terá uma projeção cada vez maior. Além da detecção precoce, os métodos de investigação e de terapia são não invasivos, gerando mais segurança e conforto para os pacientes”, aponta Cristina. 

Por que estudar Radiofarmácia na PUCRS? 

InsCer oferece oportunidade de estágio aos alunos do curso/ Foto: Divulgação

Aulas com professores/as que são profissionais atuantes na área de Radiofarmácia com alta qualificação acadêmica e acumulam experiências tanto na rotina quanto na pesquisa, fatores que impactam no nível das atividades ministradas. Compõem o time profissionais de renome que fazem parte de institutos, centros de pesquisa e corporações, como a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), o Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear (CDTN), o Instituto do Câncer – RJ (INCA), o Laboratório de Medicina Nuclear da Faculdade de Medicina da USP (LIM43- FMUSP) e a University Medical Center Groningen, na Holanda; 

“O curso é um grande diferencial na carreira de qualquer profissional da Radiofarmácia. Estamos comprometidos em formar profissionais que estejam aptos às atividades práticas que o mercado de trabalho exige nos dias de hoje”, informa Frederico Werlang, coordenador de produção de Radiofármacos do InsCer. 

Sobre o Instituto do Cérebro  

Por meio do Centro de Produção de Radiofármacos (CPR), o InsCer desenvolve, produz e distribui fármacos altamente especializados para o diagnóstico de câncer e, de forma pioneira, para o diagnóstico de doença de Alzheimer. Estes radiofármacos são enviados para toda a região Sul do Brasil e alguns grandes polos do país, como São Paulo e Rio de Janeiro, além da utilização para os exames de imagem realizados no Centro de Imagem Molecular (CIM), do próprio Instituto. 

O Centro de Produção de Radiofármacos do InsCer tem área aproximada de 900 m². Nele, ficam localizados os Laboratórios de Produção, de Controle de Qualidade Físico-Químico e de Controle de Qualidade Microbiológico. O CPR abriga um cíclotron, que é o acelerador de partículas responsável pela produção do material radioativo utilizado como matéria-prima para a fabricação de radiofármacos.  

“Possibilitar que alunos façam parte deste ambiente multidisciplinar no qual temos a produção dos medicamentos em cíclotron, manejo com pacientes e realização de exames são alguns dos maiores diferenciais oferecidos pelo curso”, diz Frederico.  

SAIBA MAIS

É importante se planejar antes de iniciar uma pós-graduação stricto sensu. / Foto: Pexels

Profissionais de diferentes áreas têm buscado cada vez mais por cursos de mestrado e doutorado para evoluírem na carreira. Ao contrário do que se pensava há pouco tempo, a pós-graduação stricto sensu não é algo exclusivo para quem deseja se dedicar à área acadêmica, mas também é uma oportunidade de adquirir conhecimentos para se destacar no mercado de trabalho.

Antes de iniciar, é preciso planejamento: entender o quanto tempo é necessário se dedicar às aulas e aos momentos de estudo, avaliar em qual área deseja se qualificar, e compreender o retorno que esse investimento irá trazer para o futuro são alguns passos importantes nesse momento.

Pensando nisso, os professores Rafael Reimann Baptista, do Programas de Pós-Graduação (PPG) em Gerontologia Biomédica e Odontologia; e Luiz Gustavo Leão Fernandes, diretor da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propesq) e docente do PPG em Ciência da Computação, destacam cinco pontos para prestar atenção na hora de planejar os estudos.

1. Escolha um curso que faça sentido para você

Antes de mais nada, é importante escolher um curso de mestrado ou doutorado que esteja alinhado a sua expectativa, seja ela aplicar os aprendizados da pós-graduação na sua atuação profissional ou ampliar conhecimentos em uma área diferente da qual você se graduou. A Universidade está com as inscrições abertas até o dia 1° de dezembro para todos os cursos de pós-graduação stricto sensu.

2. Defina a linha de pesquisa do seu trabalho

Para escolher a linha de pesquisa, entenda qual das oferecidas pelo Programa de Pós-graduação do seu interesse mais se relaciona com o tema que deseja estudar. Tendo tomado essa decisão, é importante se certificar de que o professor ou professora por quem deseja ser orientado trabalha dentro de um escopo interessante para sua área de atuação.

“Se possível, verifique se a metodologia utilizada por ele ou por ela é compatível com sua maneira de pesquisar, bem como se as expectativas estão alinhadas ao seu momento atual de vida”, indica o professor Baptista.

3. Entenda o quanto você precisará se dedicar

Quando as ideias estão alinhadas, a relação entre aluno e orientador torna-se prazerosa e produtiva para ambos. / Foto: Pexels

Além do período das aulas, é importante ter em mente que é preciso reservar um tempo para ir além do que é dito pelos professores, realizar os trabalhos das disciplinas e, é claro, para produzir a dissertação, no caso do mestrado, ou a tese, para o doutorado. É importante entender que, conforme o vínculo que o estudante tem com o curso, a exigência no que diz respeito à produção de artigos e à presença em eventos pode variar.

“As mudanças no dia a dia de quem ingressa na pós stricto sensu podem ser maiores ou menores. Porém, é válido manter em mente que essas alterações são apenas durante o período do curso e irão proporcionar aprendizado e crescimento, bem como uma qualificação do currículo e aumento da rede de contatos”, destaca Baptista.

Um bom passo inicial para começar a se planejar é conferir os horários das disciplinas que deseja cursar, avaliando quais ajustes serão necessários na rotina. As grades de horários dos cursos estão disponíveis na página de cada PPG.

4. Estabeleça uma rotina de estudos

Ter definidos dias e horários para estudar é algo que facilita na organização e no gerenciamento do tempo. Algumas ferramentas podem contribuir para isso, como o Trello, para fazer gestão de tarefas e projetos; Doodle para marcar reuniões e orientações; e gerenciadores de referências, como Mendeley e Endnote, que facilitam na hora de aplicar as normas de citações e referências nos trabalhos e para organizar os artigos que serão utilizados na dissertação ou tese.

Estabelecer reuniões periódicas com o orientador ou a orientadora, com prazos de entrega possíveis e bem definidos é essencial para que os alunos consigam encaixar um mestrado ou doutorado na rotina – especialmente aqueles que já estão inseridos no mercado de trabalho.

5. Lembre-se do retorno que essa formação irá trazer

Manter o foco no seu objetivo com essa pós-graduação e pensar nos retornos que alcançá-lo irá trazer pode ser um motivador na hora de se planejar para encaixar um mestrado ou doutorado na rotina. Lembre-se que a realização de um curso stricto sensu, seja mestrado ou doutorado, irá proporcionar um conhecimento mais aprofundado do domínio que você escolheu pesquisar, além de uma maior autonomia e visão mais abrangente.

“Dependendo do seu objetivo, você ainda terá acesso a diversas oportunidades que certamente irão se apresentar durante seu curso, tais como formação de redes de contatos, participação em eventos, acesso ao ecossistema de inovação e empreendedorismo, publicações, acesso a laboratórios de excelência, inserção internacional, entre outras”, destaca o professor Fernandes.

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INGRESSE NA PÓS-GRADUAÇÃO DA PUCRS EM 2024

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Cursos de especialização ou MBA promovem a atualização profissional em todas as etapas da carreira / Foto: Giordano Toldo

Cursar uma especialização ou um MBA pode ser a melhor alternativa para quem deseja atualização profissional, desenvolver e qualificar habilidades ou mesmo ampliar a rede de contatos. Tanto para profissionais com tempo de carreira quanto para aqueles recém-formados, que ainda buscam seu lugar no mercado de trabalho, investir em conhecimento é sempre uma opção a ser considerada. Por isso, na hora de tomar a decisão de se matricular, é importante avaliar de que forma esse novo compromisso será incluído na rotina.

Segundo a professora da Escola de Ciências da Saúde da Vida, Manoela Ziebell, coordenadora do Grupo de Estudos em Desenvolvimento de Carreira da PUCRS, quando se pensa em como se preparar para uma especialização ou MBA é essencial ter clareza do objetivo pelo qual cursar essa nova formação.

“Em primeiro lugar, é preciso entender qual gatilho está fazendo essa pessoa buscar uma pós-graduação. Se ela está pensando em se atualizar, se há essa necessidade em função de precisar desenvolver algum conhecimento e/ou se é por uma exigência do ambiente de trabalho”, destaca.

Organizando a rotina

Com o objetivo definido e a decisão de cursar uma pós-graduação tomada, é hora de começar a planejar. Entender o que cabe na rotina, além de quanto tempo e esforço essa formação irá demandar, é o primeiro passo. Como muitas pessoas que desejam ingressar em uma especialização ou em um MBA já possuem uma ocupação profissional, é importante considerar os turnos nas quais as aulas acontecem. Na PUCRS, há diversas opções de cursos com horários que facilitam essa dinâmica, com encontros que acontecem online ou presencialmente, à noite ou mesmo aos finais de semana, permitindo conciliar trabalho e estudo.

Momentos dedicados a revisar o conteúdo visto em aula e se aprofundar nos temas de maior interesse também devem ser levados em conta. Como estratégia, Manoela sugere fazer uma reflexão para compreender a melhor forma de incluir o estudo no dia a dia e reservar um tempo para isso.

“Avaliar se funciona melhor acordar mais cedo, utilizar o horário de almoço ou estudar à noite contribui para estabelecer uma rotina de estudos. Para quem tem família, é preciso pensar que tipo de negociação será necessária para tornar isso possível”, aponta.

Vincular os conteúdos aprendidos durante a pós-graduação à prática profissional e manter uma boa relação com os outros estudantes também são maneiras interessantes de permanecer próximo dos conteúdos vistos em aula. “Para quem já tem uma rotina intensa, prestar muita atenção nos momentos síncronos e interagir com professores e colegas contribui bastante, pois, além de não ser preciso fazer um esforço tão grande de aprendizado sozinho, essas trocas costumam ser muito enriquecedoras”, afirma Manoela.

Uma das preocupações de profissionais que estão há muito tempo fora das salas de aula é como retomar o hábito de estudos – algo que parece mais simples para quem recém saiu de uma graduação, por exemplo. Porém, segundo Manoela, mais importante do que estar acostumado a alguma coisa é gostar de praticá-la.

A professora destaca que estudar não necessariamente envolve estar matriculado em um curso. Assistir a uma palestra, ler um livro e buscar conhecimento sobre os temas de interesse também são formas de aprender: “Para quem tem esses hábitos, um curso de pós-graduação vai ser mais uma forma diferente de estudar”. Entender qual forma de aprender faz mais sentido – ler, escutar, escrever, exercitar – facilita a criação desse hábito, que, conforme a professora, é uma questão de disciplina:

“Hábitos a gente constrói. Pessoas dispostas conseguem organizar uma rotina de estudos que não seja difícil e que, pelo contrário, possa ser proveitosa e satisfatória”.

Mantenha o foco no objetivo

Ter clareza de seu projeto de vida e entender como cursar uma especialização ou MBA contribui para construí-lo deve ser sempre um dos principais motivadores para quem está tomando essa decisão. “Manter o foco no objetivo é importante porque, se houver momentos de desânimo, ajuda a lembrar que esse curso irá fazer com que você chegue aonde deseja, resultará no certificado que quer ou que irá melhorar a prática profissional”, pontua.

Se o objetivo for adquirir novos conhecimentos, desenvolver habilidades, fazer contato com outras pessoas, explorar o mercado de trabalho e/ou se atualizar, na PUCRS, profissionais de todas as áreas do conhecimento encontram opções para qualificar a sua carreira. Diversas turmas com início a partir de março de 2024 estão com inscrições abertas.

CONHEÇA OS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO E mba da pucrs

Confira dicas de como se organizar financeiramente para cursar uma especialização ou um MBA

Foto: Caroline Feelgood/Unsplash

Qualificar o currículo, expandir conhecimentos e aumentar as possibilidades de atuação são alguns dos motivos pelos quais profissionais já graduados decidem cursar uma pós-graduação. Apesar do crescente interesse por essa modalidade de ensino, uma dúvida segue em alta: como se organizar financeiramente para investir na pós-graduação e garantir mais essa conquista? 

Um profissional especializado trabalha em áreas de maior busca e interesse de contratações profissionais. Portanto, o investimento traz retornos imediatos e também para o futuro. Para te auxiliar a se organizar financeiramente, selecionamos algumas dicas práticas para começar a planejar seus próximos passos. Confira! 

1) Antes de tudo, organize-se 

Dedique um tempo para organizar a sua vida financeira. Faça uma lista detalhada dos seus gastos fixos e considere também os gastos variáveis. É fundamental ter uma visão macro das finanças, identificando os investimentos essenciais e os que podem ser reduzidos ou cortados da sua rotina. Nessa etapa, já pesquise sobre os cursos que você tem interesse e considere o valor mensal que você incluiria no seu orçamento. 

Leia também: 6 dicas para desenvolver o networking na pós-graduação

2) Estabeleça prioridades e conheça suas opções 

Lançar um olhar crítico para o seu dia a dia e entender as suas prioridades é um passo primordial para conseguir escolher a modalidade que mais faz sentido para você. Cursos de pós-graduação online são uma alternativa válida para quem valoriza a flexibilidade de horários e deseja diminuir os custos, já que não precisa gastar com deslocamento e alimentação, por exemplo. 

3) Aplique os conhecimentos adquiridos na sua rotina 

Muitas pessoas desejam se dedicar integralmente à pós-graduação, mas é no trabalho que podem aplicar os conhecimentos e ferramentas do seu curso. Qualificar-se para o futuro do trabalho pode contribuir para transformar o sonho da pós-graduação em realidade. Por isso, dedicar parte do seu dia para atividades que gerem renda pode ser uma boa resposta à questão de como se organizar financeiramente.   

4) Mais facilidades para cursar uma pós-graduação 

A PUCRS oferece uma série de condições especiais para quem deseja qualificar sua carreira com uma pós-graduação. Além dos descontos para diversas categorias, é possível cursar uma especialização ou um MBA utilizando o crédito educativo, que permite que o estudante pague metade do valor durante o curso e o restante após a conclusão. 

Todos os cursos de especialização e MBA da Universidade possuem essa opção. Optando pelo crédito educativo, o estudante realiza o pagamento de 50% do valor durante o curso e o restante após formado. Saiba mais sobre o Credpuc ou tire suas dúvidas pelo e-mail [email protected]. 

Ingresse na pós-graduação da pucrs

networking na pós-graduação

Fazer networking, especialmente na pós-graduação, é importante para formar conexões que podem te ajudar no futuro. / Foto: Envato Elements

Em qualquer fase da carreira, estabelecer conexões profissionais é um componente essencial para o desenvolvimento. No entanto, quando chegamos a etapas mais avançadas da formação acadêmica, como a pós-graduação, o networking adquire uma importância ainda maior. É nesse cenário que a habilidade de construir relações profissionais se torna um recurso valioso, desempenhando um papel crucial para abrir portas para futuras oportunidades. Entenda o que é, porque é importante, e confira como praticar o networking de maneira estratégica. 

O que é networking? 

É a prática de cultivar conexões profissionais com outras pessoas do seu campo de atuação. Isso significa criar relacionamentos mútuos e benéficos, visando trocar informações, compartilhar oportunidades, colaborar e construir uma rede sólida de contatos na área. No contexto da pós-graduação, o networking pode abrir muitas oportunidades, como colaboração em outros projetos, convites para bancas de defesa e até mesmo futuros empregos no mercado de trabalho.

Mas por que você deve investir no seu networking durante a pós-graduação

1) Desenvolver soft skills importantes 

O networking oferece uma oportunidade única de aprimorar habilidades socioemocionais, conhecidas como soft skills. Ao interagir com diferentes pessoas, você melhora suas habilidades de comunicação, negociação, trabalho em equipe e liderança. 

2) Construir uma rede de contatos 

Uma das vantagens mais evidentes do networking é a possibilidade de criar conexões que podem levar a novas oportunidades de emprego. Assim, ao conhecer pessoas influentes em sua área de atuação, você aumenta as chances de ser recomendado para vagas e receber informações sobre oportunidades. 

3) Ter novas visões de trabalho 

O networking também permite que você se conecte com profissionais de diferentes níveis hierárquicos e áreas de atuação. Isso dá a chance de obter novas visões de trabalho e expandir sua compreensão sobre as melhores práticas, tendências e inovações em sua indústria. 

A partir do momento em que você troca ideias e experiências com profissionais em diferentes áreas de atuação, consegue visualizar alternativas e estratégias que podem ser utilizadas no seu ambiente de trabalho e/ou pesquisa. 

4) Acessar recursos e conhecimentos 

Uma rede de contatos bem estabelecida também pode ajudar a fornecer acesso a uma variedade de recursos e conhecimentos. Você pode, por exemplo, obter recomendações de livros, artigos, eventos e cursos relevantes para o seu campo de atuação. Outra possibilidade é um gestor de outro segmento que faz pós-graduação com você recomendar alguma metodologia que o ajudou a gerenciar sua equipe. Essas dicas, ferramentas e técnicas podem melhorar suas habilidades e desempenho profissional. 

5) Receber suporte e mentoria 

Ao construir relacionamentos sólidos com pessoas durante a pós-graduação, você também pode obter suporte e orientação em diferentes momentos da carreira. Para quem está fazendo uma pós-graduação para buscar novas oportunidades, esse cenário pode ser ideal. Seja recebendo conselhos de profissionais experientes, encontrando mentores que podem guiá-lo no seu crescimento profissional ou até mesmo contando com apoio emocional em momentos desafiadores, o networking pode fornecer um suporte valioso. 

Como desenvolver o networking na pós-graduação? 

networking na pós-graduação

Uma boa maneira de construir networking é participar de eventos acadêmicos da Universidade. / Foto: Envato Elements

Os benefícios são muitos, mas o que fazer para aplicar o networking na pós-graduação? Confira algumas dicas: 

1. Aproxime-se das pessoas 

Uma das maneiras mais eficazes de desenvolver o networking na pós-graduação é se aproximar das pessoas ao seu redor. Não se contente em apenas ir às aulas e realizar trabalhos: inicie conversas com colegas de turma, professores e coordenadores. 

A dica é não esperar que as oportunidades venham até você. Se está interessado no trabalho de alguém, envie um e-mail para ele e expresse seu interesse; peça dicas de referências bibliográficas, agende uma conversa. A maioria das pessoas ficará lisonjeada por seu interesse e estará disposta a conversar. 

Além disso, participe de discussões em sala de aula e esteja aberto para compartilhar ideias e perspectivas. Ao demonstrar interesse genuíno pelos outros, você cria uma base sólida para relacionamentos profissionais futuros. Pode ser a oportunidade de colaborar com departamentos ou disciplinas diferentes, o que pode levar a projetos de pesquisa únicos e inovadores — além, é claro, de ampliar seu círculo de contatos. 

2) Participe de pesquisas 

Você pode também participar de grupos de pesquisa e colaborar em projetos de pesquisa de excelência de colegas. Isso inclui: 

É uma oportunidade para trocar conhecimento, aprender com diferentes perspectivas e estabelecer relacionamentos com profissionais e pesquisadores que possuem interesses semelhantes. 

3) Forme grupos de estudos 

Quer se aproximar ainda mais e mostrar sua dedicação? Uma dica, então, é criar grupos de estudos com outros estudantes da pós-graduação. Esses grupos permitem que você compartilhe recursos, leituras e pontos de vista, além de discutir tópicos relevantes e aprofundar seu conhecimento. 

4) Use as redes sociais 

Outra prática comum da sua rotina de pós-graduando que pode ajudar a desenvolver networking é utilizar as suas redes sociais. Procure pelos professores e alunos da sua turma no LinkedIn, por exemplo. A rede social é uma forma de compartilhar currículos e também de trocar experiências. Além disso, redes sociais acadêmicas, como ResearchGate ou Academia.edu, são ferramentas importantes para se conectar com a comunidade científica e acompanhar publicações. 

Nesses espaços, você pode compartilhar sua pesquisa e leituras, divulgar eventos acadêmicos dos quais participa e/ou organiza, solicitar auxílio para sua pesquisa, participar de discussões e acompanhar as atividades dos seus contatos. Tenha em mente que essas redes vão facilitar a descoberta de oportunidades profissionais e manter conexões, mesmo quando a pós-graduação acabar. 

5) Frequente eventos 

networking na pós-graduação

Fazer networking é uma forma de aprimorar suas soft skills. / Foto: Envato Elements

Além do digital, é importante explorar todas as oportunidades das políticas que a instituição cria para os estudantes. Uma forma de fazer isso é participando de eventos acadêmicos, como conferências, workshops e seminários, sendo uma maneira valiosa de ampliar seu networking na pós-graduação. Esses eventos reúnem estudantes, pesquisadores e profissionais de diferentes instituições e áreas de estudo, oferecendo a oportunidade de estabelecer contatos significativos. Esteja presente nas sessões, participe de debates e aproveite os momentos mais informais, como coffee breaks, para conhecer pessoas e trocar informações. 

Aqui, é interessante ter um “elevator pitch“, ou seja, uma descrição concisa e envolvente de sua pesquisa que você pode fornecer a qualquer momento. Existem muitas maneiras de encontrar eventos acadêmicos: 

6) Mantenha o contato fora das aulas 

A dica acima já é sobre sair das salas de aula, mas é interessante expandir ainda mais essa relação. Por isso, tente manter o contato fora do contexto profissional ou educacional. Por que não marcar encontros informais com aqueles alunos com os quais você tem mais intimidade ou que pode ajudar a superar alguns dos seus desafios? 

Aqui, tenha em mente o uso de redes sociais como Instagram para atingir esse objetivo. Ele se tornou uma plataforma importante para a comunidade acadêmica se conectar e compartilhar suas pesquisas de maneira mais acessível e atraente.  

Além de ser uma maneira fácil e divertida de acompanhar o que está acontecendo em seu campo, seguir colegas de profissão ou pessoas que trabalham em sua área de interesse pode ajudá-lo a formar conexões profissionais. Ademais, muitos perfis oferecem dicas sobre redação acadêmica, publicação, equilíbrio entre vida pessoal e trabalho e muito mais. Por fim, é uma forma de sentir-se parte de uma comunidade. 

Para os profissionais que querem se destacar, o networking na pós-graduação pode significar uma série de portas abertas. Mais do que isso, é uma chance de crescer profissionalmente e fortalecer a sua reputação com outros profissionais no meio. Agora que você já sabe como fazer networking na pós-graduação, falta apenas dar o próximo passo e iniciar o seu curso, não é mesmo? Conheça mais sobre quais são as opções que você pode se matricular na PUCRS!

PUCRS conta com a melhor pós-graduação do Brasil, conforme a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). / Foto: Juliana Vencato Oliveira

Está aberto o processo complementar para ingresso no Mestrado e Doutorado da PUCRS ainda em 2024. As inscrições para 13 programas de pós-graduação podem ser realizadas até o dia 25 de fevereiro, exclusivamente de maneira online.  

Uma especialização ao nível de mestrado e doutorado possibilita um aprofundamento de conhecimentos, enquanto transborda suas descobertas para toda a sociedade. Os programas da PUCRS são reconhecidos nacional e internacionalmente pelo seu modelo de ensino flexível, ampliando a formação por meio de parcerias com universidades estrangeiras e um ecossistema que conecta pesquisa com inovação e impacto social – tudo isso em uma das melhores infraestruturas de pesquisa do país. 

Com a melhor pós-graduação do Brasil, segundo a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a PUCRS possui o melhor conceito médio dos mestrados do País pelo Índice Geral de Cursos do Ministério da Educação (MEC). Além disso, os programas contam com professores de excelência, referências em suas áreas de pesquisa. 

INGRESSE NA PÓS-GRADUAÇÃO EM 2024

Ensino flexível e transversal

Atenta às tendências internacionais, a PUCRS adotou uma nova política de composição e aproveitamento de créditos em seus Programas de Pós-Graduação stricto sensu. A política permite que estudantes de mestrado e doutorado utilizem atividades desenvolvidas por eles nas áreas de inovação, impacto social, internacionalização e produção científica como créditos acadêmicos. Essa iniciativa incentiva e valoriza vivências e desenvolvimento de competências durante mestrado e doutorado.

Confira os editais com inscrições abertas

mestrado e doutorado

Foto: Giordano Toldo

Conheça as opções de bolsas e crédito educativo  

Estudantes de mestrado e doutorado poderão concorrer a bolsas das agências de fomento, como da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e também da própria Universidade, por meio do Programa Institucional para Incentivo à Pós-Graduação Stricto Sensu (PRO-Stricto). Para saber mais, acesse o site. Verifique disponibilidade de bolsas, regras e requisitos junto à Secretaria de cada Programa de Pós-Graduação.

Outra facilidade oferecida pela Universidade para cursar mestrado ou doutorado é o Programa de Crédito Educativo da PUCRS (Credpuc). Com essa possibilidade, o estudante recebe um auxílio de 50% do valor das mensalidades, reembolsadas pelo aluno após o término do curso, pelo mesmo período de utilização. Mais informações sobre o Credpuc podem ser obtidas junto ao Setor Financeiro Acadêmico da Universidade pelo telefone (51) 3320-3588 ou pelo e-mail [email protected].

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INGRESSE NA PÓS-GRADUAÇÃO EM 2024

O desejo de realizar uma transição de carreira é comum. Sabia como fazer esse movimento de forma segura. / Foto: Envato Elements

Desde o início da vida profissional, a transição de carreira costuma ser apresentada como algo delicado. Quando alguém descobre que um colega está passando por essa mudança, normalmente se pergunta o que aconteceu, se ele está bem, se enfrentou algum problema ou se está com dúvidas em relação a sua profissão. Mas a verdade é que esse processo pode ter diferentes significados para cada indivíduo.  

De acordo com especialistas do PUCRS Carreiras, tanto na teoria quanto na prática, a transição de carreira é algo natural, pelo qual todos os profissionais vão passar ao longo de sua trajetória. Essas mudanças podem ocorrer em diferentes níveis e das mais diversas formas, seja uma transição universidade-mercado, que ocorre após a graduação; uma mudança de emprego ou de empresa; uma migração de área de atuação; e, finalmente, uma transição de profissão.  

Independentemente da modalidade, especialistas ressaltam a importância de não temer o processo, mas sim entender como lidar com ele de forma mais natural e, quando possível, planejada. É importante ter em mente que ao pensarmos em motivos que levam um profissional a fazer uma transição de carreira, muitas coisas podem estar em jogo: vamos desde questões pessoais até o desenvolvimento de novos interesses, melhores oportunidades em outra área e restrições ou mudanças no mercado e no setor de trabalho atual. 

Saiba mais: PUCRS Carreiras impulsiona atuação de jovens no mercado de trabalho 

Como saber quando se deve fazer uma transição de carreira 

Para muitos profissionais, essa é a grande dúvida. A resposta depende de diversos fatores e, para encontrá-la, é importante responder a algumas perguntas:  

Para responder a esses questionamentos, é importante tomar um tempo para olhar para si mesmo e também para o mercado e a área na qual se está inserido – e esse movimento será essencial daqui para frente, caso a decisão seja pela transição de carreira. Essas perguntas permitem identificar possibilidades e avaliar questões relacionadas a interesses e habilidades profissionais, à empresa e ao trabalho atuais, bem como ao mercado de trabalho em determinada área – o que pode ajudar a responder a dúvida de que tipo de transição será necessária.  

Dicas para uma transição de carreira consciente e segura  

Para realizar a transição de carreira é necessário se planejar. / Foto: Envato Elements

Realizar uma transição de carreira não é algo simples. É um processo que impacta em diferentes níveis, do emocional e identitário ao financeiro. “Naturalmente, pensar sobre isso vai gerar medo e insegurança”, alertam os especialistas. 

Para enfrentar esses sentimentos, especialistas do PUCRS Carreiras separou 5 dicas de como planejar esse processo e, assim, torná-lo mais consciente e concreto. 

1. Avalie o seu momento profissional atual e o estado desejado em seu futuro profissional

Entender seu momento profissional atual e o que você deseja no futuro é essencial para planejar o caminho que deverá ser percorrido, bem como o que está buscando através da transição. Para isso, além das perguntas citadas anteriormente, é válido se questionar sobre a rotina de trabalho que tem hoje e a que deseja ter no futuro, quais atividades gostaria de agregar e quais temas têm despertado interesse.  

2. Identifique e colete informações sobre a sua área de atuação atual e a área desejada

Após olhar para si mesmo, é preciso coletar informações sobre as possibilidades e o mundo do trabalho – afinal, será que existe uma oportunidade ou área atenda aos seus interesses e vontades, ou será necessário reavaliar e abrir mão de alguns pontos?  

Participar de cursos e eventos, assistir a entrevistas com profissionais experientes e conversar com pessoas que atuam na área, fomentando também o networking, pode auxiliar a entender as oportunidades e limitações existentes.  

3. Identifique as vantagens e desvantagens das opções 

Entendendo sobre a área e sobre você, é chegada a etapa de avaliar as opções e informações coletadas para definir o melhor caminho a ser tomado – preferencialmente aquele que consegue suprir mais os interesses e vontades.   

Organizar as principais informações, criar categorias e itens de comparação entre as áreas pode facilitar a tornar esse processo racional e organizado, evitando impressões e vieses. Se perceber que alguma informação faltou, retome a etapa anterior e busque complementar.  

Leia também: Soft skills: como desenvolver as habilidades que o profissional do futuro precisa? 

4. Planeje e organize o plano

Voltar a estudar, seja na pós-graduação ou em uma nova graduação, é um bom caminho para realizar a transição de carreira. / Foto: Envato Elements

Com a definição do caminho a ser tomado, o próximo passo é planejar as etapas e o cronograma de execução desse plano. Para isso, é importante avaliar se será um processo a curto prazo ou mais longo, bem como se fazer algumas perguntas: você tem os recursos e habilidades para se inserir na área desejada ou precisará desenvolver ao longo do tempo? É viável fazer projetos e assumir pequenos trabalhos na área de desejo? É possível mudar para um cargo equivalente ao seu atual na outra área ou será preciso “retroceder” alguns passos? Financeiramente, como você está organizado e o que precisa adaptar e preparar para viabilizar e concretizar a sua transição? 

5. Comece a execução, mas sempre com flexibilidade para revisar e atualizar o planejamento

Definidos os passos a serem tomados e a duração do processo, é hora de executar o plano. Essa é a fase mais esperada e desejada, mas nem sempre é a fase mais fácil: imprevistos acontecem, pode haver mudanças no mercado de trabalho e nem sempre tudo se resolve no tempo imaginado. Por isso é preciso ser flexível e fazer a manutenção do plano de ação, pois ele será impactado por diversas situações e precisa ser atualizado conforme necessário para manter um planejamento frente ao que se deseja 

Dica bônus: busque uma nova formação que contribua para essa mudança  

Viver uma transição de carreira pode ser algo rápido, ou pode ser um processo complexo e longo. Porém a grande questão é a motivação que levou a realizar essa mudança transição e saber que, por meio desse processo, é possível se aproximar de nossos objetivos pessoais e profissionais, além de aumentar a motivação e satisfação com o trabalho e atividades profissionais.  

Leia mais: 5 dicas para alavancar sua carreira 

Se você está pensando em passar por uma transição de carreira, buscar uma nova formação pode contribuir para o processo. Para quem deseja realizar uma mudança mais sutil, permanecendo na área de atuação atual, os cursos de especialização e MBA são uma alternativa interessante para se atualizar adquirir novos conhecimentos. Os cursos de pós-graduação lato sensu da PUCRS estão com as inscrições abertas. Com um vasto portifólio a Universidade oferece cursos no formato presencial e on-line ao vivo. Você pode encontrar mais informações no site da Educação Continuada da PUCRS (Educon) 

No caso de mudar totalmente de profissão, uma segunda graduação pode ser o caminho. A PUCRS está com o processo de Ingresso de Diplomado aberto para o próximo semestre letivo. Saiba mais e comece a se preparar para os desafios de uma nova carreira! 

comunicação política

Foto: Envato Elements

Exercer política vai além de votar a cada quatro anos. Política está nas relações interpessoais, está em como indivíduos enxergam o mundo e na nossa atuação coletiva e individual. Hoje em dia, pensar em Comunicação Política é entender perspectivas sociais, pessoais, identitárias, partidárias, entre outras. Trata-se de uma área da vida social que tem se profissionalizado e qualificado nos últimos anos. 

A Comunicação Política atua e estuda, essencialmente, como se constrói o sentido das ações de governos, instâncias públicas e políticos, por meio de estratégias de relacionamento baseadas em informações e conteúdo que chegam ao público. Com o espaço alcançado pelas redes sociais, o campo de discussão político se expandiu. Segundo Angelo Müller, doutor em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos e autor de Política do ódio no Brasil, o importante é que o profissional da área consiga transmitir as ideias da organização que ele representa à população. 

“Profissionalmente é um ótimo campo de atuação, porque a gente teve uma mudança forte na discussão política. Tínhamos espaços mais reservados, mas agora a internet abriu essa possibilidade de maior diálogo. É uma coisa recente, de dez anos para cá. O importante é que a pessoa consiga colocar suas ideias e repassá-las”, pontua Angelo.

A Comunicação Política atua como elemento central de um sistema democrático, assumindo um papel de comunicar com ética e respeito à cidadania e diferenças. Segundo Steven Barnett, professor de Comunicação na Universidade de Westminster, no Reino Unido, o profissional atuante na área cria espaços de debates com informações não distorcidas, deliberando e desenvolvendo os seus próprios argumentos. A internet impulsiona a Comunicação Política. Ela consegue trazer discussões da mesa de jantar para grupos no Facebook, tópicos no Twitter e reels no Instagram.

“O digital politizou a população, isso não quer dizer que foi de qualidade. Não depende só da exposição. Quando tu tens que participar de política é um processo pesado, não o contrário”, enfatiza Angelo. 

comunicação política

Angelo Müller, doutor em Comunicação na Famecos. / Foto: Arquivo pessoal

Segundo o doutor em Comunicação, é preciso ainda respeitar os próprios limites pessoais e morais. “Não acredito que as pessoas devam fazer comunicação política que as violente, é preciso ser ético profissionalmente, claro. Mas sempre respeitando a si mesmo”, conclui. 

Profissionais para transformar o mercado 

Entendendo a necessidade de qualificar profissionais para o mercado crescente da Comunicação política, a Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos da PUCRS reuniu um time de professores da área – entre eles, pesquisadores e profissionais referências no mercado – em uma nova pós-graduação que inicia em abril de 2024.

A especialização Comunicação Política será oferecida para todo Brasil, na modalidade online síncrona, pela plataforma Zoom. Para Rosângela Florczak, decana da Famecos, a iniciativa busca atender um mercado emergente que demanda estrategistas de comunicação com noções amplas para desenvolver as melhores práticas em governos nos âmbitos municipal, estadual e federal, assim como em instituições públicas, para partidos políticos e candidatos a cargos públicos.

São muitas as frentes de atuação desses profissionais que, em tempos de desinformação e transformação midiática, exercem um papel fundamental para a democracia”, afirma a professora. 

Com 360 horas de aulas, a pós-graduação é coordenada pelos professores Jacques Wainberg e Luiz Antonio Araújo; e conta com dez docentes. As aulas acontecem quinzenalmente, nas sextas-feira, das 19h15 às 22h30, e sábado, das 8h às 13h e das 14h às 16h30. 

Lista de professores e disciplinas do curso de comunicação política

Gabriela Prioli é jornalista, apresentadora de TV e comentarista política. / Foto: Yvã Santos

Algumas pessoas têm mais facilidade para aprender por meio da audição. Outros precisam enxergar o conteúdo para gravar na memória. E ainda tem outro grupo que utiliza a sinestesia, ou seja, os movimentos. Por isso, conteúdos audiovisuais podem ser grandes aliados na hora dos estudos, reunindo esses diferentes recursos e sendo capazes de ampliar os conhecimentos de forma multidisciplinar.  

Nesse sentido, os TED Talks, modelo de conferências curtas que se popularizou para disseminar ideias, podem ser uma maneira de se desenvolver academicamente para além dos tradicionais livros e aulas. Para a coordenadora do curso de Administração da PUCRS, Naira Libermann, os TED Talks “exploram ideias inovadoras e desafiam o status quo, o que pode inspirar estudantes a pensar de forma criativa, fora da caixa e a buscar soluções para os desafios do mundo real”. Confira sete palestras indicadas pela professora! 

1) “Menos emoção e mais razão”, de Gabriela Prioli (2020)  

A apresentadora de televisão e advogada Gabriela Prioli se tornou reconhecida nacionalmente como comentarista de política. Em seu TED Talk, que pode ser acompanhado no YouTube, ela explica por que acredita que precisamos usar mais a razão do que as emoções quando precisamos analisar a realidade e tomar decisões nas nossas vidas. 

2) “Como ouvir quando a vida se desfaz”, de Julian Treasure (2020) 

Neste TED Talk, disponível no YouTube, o renomado palestrante Julian Treasure explora a importância da escuta ativa e oferece dicas sobre como melhorar as habilidades de audição. Dessa maneira, é possível aprimorar o desempenho em sala de aula e, ao mesmo tempo, as relações interpessoais, momentos no qual a escuta é fundamental.  

3) “O poder da vulnerabilidade”, por Brené Brown (2010)  

Disponível no site do TED, a conferência da pesquisadora da Universidade do Texas e podcaster Brené Brown estuda a conexão humana. Mais especificamente, Brené fala sobre a capacidade dos humanos em ter empatia, pertencer e amar. Para isso, ela partilha uma visão profunda das suas pesquisas, que a levaram a uma busca pessoal pelo autoconhecimento, assim como a compreensão da humanidade. Conforme a palestrante, “vulnerabilidade é quando as pessoas têm coragem de serem imperfeitas”.  

Chimamanda Ngozi Adichie é uma escritora nigerina de ficção e não-ficção. / Foto: Reprodução/TED

4) “Círculo Dourado”, de Simon Sinek (2009)  

A palestra Círculo Dourado, disponível no site do TED, fala sobre como os líderes se destacam ao comunicar os “porquês” envolvidos em suas ações. Ele mostra como essas grandes figuras são capazes de inspirar a ação e o propósito em quem os acompanha. Além de ter criado esse conceito, conhecido também em inglês como Golden Circle, Simon Sinek é considerado especialista em desenvolvimento de lideranças, sendo conhecido pela sua atuação no fortalecimento de lideranças e empresas. Essa metodologia pode ser utilizada em diferentes frentes do cotidiano, seja no trabalho e até mesmo na elaboração de apresentações acadêmicas, por exemplo.  

5) “O perigo da história única”, por Chimamanda Adichie (2009) 

Chimamanda Adichie é uma escritora nigeriana conhecida por incentivar o protagonismo de mulheres africanas. Em seu TED Talk, disponibilizado no YouTube, ela questiona os principais perigos de desenvolver uma história única: afinal, a escrita é tradicionalmente branca, masculina e ocidental. Nessa perspectiva, Chimamanda conta como ela encontrou sua autêntica voz cultural, apesar de não se reconhecer na História ao longo de grande parte da sua vida, em virtude da invisibilização das minorias sociais.  

6) “O que os sapos em água fervente podem nos ensinar sobre pensar de novo”, por Adam Grant (2021)  

Em seu TED Talk, disponibilizado no site do TED, o psicólogo organizacional Adam Grant se pergunta por que os seres humanos são tão lentos a reagir em situações de crises iminentes, como pandemias que poderiam ser prevenidas ou o próprio aquecimento do planeta. Ele alega que relutamos a repensar nesses casos. Com isso, ele pega casos reais pra refletir sobre como ter visões fechadas sobre nossos objetivos, hábitos e identidades pode estreitar nossos caminhos. Dessa forma, ele elabora maneiras de ampliar os horizontes e se preparar para refletir em novas oportunidades.  

7) “Simple hacks for life with Parkinson’s”, de Mileha Soneji (2016)  

Mileha Soneji é uma designer de produtos indiana focada no desenvolvimento de produtos voltados para pessoas com deficiência. Ela acredita que soluções simples, com a inovação voltada nos seres humanos, podem ser a melhor escolha mesmo em situações complicadas como o caso da doença de Parkinson. É essa a ideia defendida na palestra que está disponível no YouTube.

como escolher a pós-graduação certa

Escolher uma formação que faz sentido com os objetivos e expectativas significa investir na carreira. / Foto: Giordano Toldo

Stricto sensu, lato sensu, mestrado, doutorado, especialização, MBA. Essas são palavras conhecidas, mas que ainda geram dúvidas em alguns estudantes e profissionais que desejam ir além da graduação e acrescentar outra formação ao currículo. Segundo pesquisa produzida pelo Instituto Semesp, em 2021, o número de alunos em cursos de especialização ultrapassou 1,3 milhão – crescimento de 4,8% em comparação ao ano anterior. Entre os alunos do mestrado e doutorado, apesar de ter ocorrido uma redução de 1,7% entre os anos de 2019 e 2020, houve um crescimento considerável de 18,1% em 2021, chegando a 441 mil matrículas.   

Por isso, na hora de escolher a pós-graduação, é importante conhecer as diferenças entre elas e entender qual das opções está mais alinhada ao que se busca na trajetória profissional. Em primeiro lugar, é importante destacar que não há uma formação melhor ou pior que a outra. Toda pós-graduação enriquece o repertório, amplia a rede de contatos e agrega novos conhecimentos. Escolhendo aquela que mais faz sentido com os objetivos e expectativas, torna-se um investimento valioso na carreira.  

Como escolher a pós-graduação que melhor se encaixa comigo?  

Os cursos de pós-graduação são divididos em dois grupos. Mestrado e doutorado são stricto sensu, termo de origem latina que significa “sentido específico”. São formações mais exploratórias dos conhecimentos e que propõem discussões para contribuir com o avanço da ciência.  

Também de origem latina, lato sensu quer dizer “sentido amplo”. Especialização e Masters (MBA, MPA) são os cursos desse gênero, com foco no ensino de conhecimentos para qualificar a atuação no mercado de trabalho a partir de uma aprendizagem de conteúdos objetiva e aplicada.  

Quais as principais diferenças entre os cursos?  

A professora da Escola de Ciências da Saúde e da Vida e orientadora profissional Manoela Ziebell destaca três diferenças entre os cursos de stricto sensu e de lato sensu:  

“A função de uma formação stricto sensu, além de formar recursos humanos para pesquisa e para ensino, possibilita que os estudantes desenvolvam e testem novas soluções, produtos e serviços. Já os cursos de lato sensu têm como finalidade desenvolver conhecimentos aplicados ao seu cotidiano de trabalho, novas técnicas, práticas e fundamentos para atividades que já realiza”, destaca Manoela.  

Especialização ou MBA: qual escolher?  

Especialização e MBA (Master in Business Administration ou master em administração de negócios) fazem parte da categoria lato sensu. Os Masters, pelo nome, podem confundir alguns estudantes. Porém, assim como as especializações, o curso se classifica como lato sensu, não como mestrado. O foco desses cursos é o desenvolvimento de habilidades práticas para serem aplicadas no cotidiano profissional, por isso, costumam ser mais curtas, com 360 horas. Segundo Manoela, em geral, os MBAs, por exemplo, são mais voltados para gestão, preparando líderes nas suas áreas de experiência 

Já as especializações possuem como foco o desenvolvimento de competências e habilidades em determinada atividade profissional, não tendo como objetivo um cargo de liderança, por exemplo (mas, é claro, uma especialização pode ser decisiva para alcançar a vaga dos sonhos ou uma promoção no emprego). 

Manoela destaca que, na hora de tomar essa decisão, é importante entender bem o objetivo do curso, se é mais focado em atualização, formação e capacitação de gestores ou se o público de interesse é mais amplo.  

Mestrado e doutorado: o que muda, além do tempo de curso?  

Foto: Igor Bandera

Com caráter investigativo e exploratório, o mestrado e o doutorado duram dois e quatro anos, respectivamente. Nesses cursos, os pós-graduandos são orientados em um projeto de pesquisa com um recorte bem delimitado e participam de aulas que exploram a fundo os conhecimentos daquele campo de atuação.   

A principal diferença é o que se espera em termos de complexidade e de maturidade dos trabalhos. No mestrado, o pesquisador está sendo formado, então ainda precisa de uma orientação mais próxima e muitas vezes de uma interferência maior do orientador. Já no doutorado espera-se que o aluno tenha mais autonomia para a execução do trabalho e que entenda mais profundamente as suas teorias e os seus métodos para poder fazer a gestão do projeto de pesquisa. 

Na pós-graduação stricto sensu, principalmente em cursos de doutorado, ainda há a possibilidade de fazer uma parte da formação em alguma instituição parceira da PUCRS em outro país, por meio de editais e programas de internacionalização.  

O que considerar na hora de escolher a pós-graduação  

Segundo Manoela, o mais importante é considerar o objetivo, tanto em relação à carreira profissional quanto em relação à vida.  

“Eu posso querer uma movimentação mais imediata na minha organização e entender que isso é mais compatível com uma pós-graduação lato sensu. Se a longo prazo tenho interesse em ser docente ou trabalhar com pesquisa talvez a melhor opção pra mim possa ser outros cursos curtos e investir em um mestrado”, exemplifica.  

Quem está afastado há muito tempo do ensino superior e do mercado de trabalho pode ver tanto na especialização e MBA como no mestrado e doutorado uma forma de se reinserir profissionalmente e alcançar outras oportunidades. Ou seja: os cursos de lato sensu são uma boa oportunidade para quem está buscando ferramentas e instrumentos para aplicação prática e direta dos conhecimentos desenvolvidos na sua profissão. Já os cursos de mestrado e doutorado podem ser de interesse de quem busca desenvolver habilidades reflexivas e analíticas, uma vez que provocam discussões do ponto de vista científico acerca das temáticas em estudo. 

Tanto os cursos de stricto quanto os de lato podem contribuir para conquistar cargos de gestão. Assim, um profissional que deseja cursar uma formação para galgar posições na sua organização precisa entender o que a empresa precisa para considerar na hora de decidir qual pós-graduação escolher. Manoela diz ainda que é preciso considerar o tempo e o investimento que o curso irá demandar e se certificar de que ele se encaixa no momento de vida da pessoa.  

“É necessário considerar aspectos bem objetivos, como investimento, tempo e organização pessoal; e aspectos mais subjetivos, como o objetivo dessa experiência, o que eu pretendo fazer com ela na sequência, que tipo de conhecimento eu quero produzir e como eu quero impactar a sociedade com o que eu estou fazendo”, conclui.  

Leia também: 5 dicas para alavancar sua carreira 

Inscrições abertas para pós-graduação stricto e lato sensu  

Agora que você já sabe como escolher a pós-graduação que mais faz sentido para atingir seus objetivos, planeje-se para começar os estudos em 2024. A PUCRS está com inscrições e matrículas abertas para cursos de stricto e lato sensu em diversas áreas do conhecimento.  

Especialização e MBA

Está buscando algo que se encaixa à sua rotina? A PUCRS conta com cursos de Especialização e MBA na modalidade presencial e online. A Pós-Graduação Lato Sensu é indicada para profissionais que estão buscando uma recolocação no mercado ou que querem se especializar em uma área específica.

MATRICULE-SE NA ESPECIALIZAÇÃO E MBA

Mestrado e Doutorado 

Já terminou a graduação e quer seguir na carreira acadêmica? A PUCRS está com processo seletivo aberto para programas de mestrado e doutorado em diferentes áreas, como Ciências Sociais, Ciência da Computação, Economia, Medicina, Odontologia, História e Letras. Com a melhor pós-graduação do Brasil, de acordo com a Capes, a PUCRS conta com programas reconhecidos nacional e internacionalmente e possui uma estrutura completa que valoriza e incentiva a pesquisa e o conhecimento científico. As inscrições podem ser realizadas até o dia 1º de dezembro. 

FAÇA MESTRADO E DOUTORADO NA PUCRS

como escolher a pós-graduação certa

Escolher uma formação que faz sentido com os objetivos e expectativas significa investir na carreira. / Foto: Giordano Toldo

Stricto sensu, lato sensu, mestrado, doutorado, especialização, MBA. Essas são palavras conhecidas, mas que ainda geram dúvidas em alguns estudantes e profissionais que desejam ir além da graduação e acrescentar outra formação ao currículo. Segundo pesquisa produzida pelo Instituto Semesp, em 2021, o número de alunos em cursos de especialização ultrapassou 1,3 milhão – crescimento de 4,8% em comparação ao ano anterior. Entre os alunos do mestrado e doutorado, apesar de ter ocorrido uma redução de 1,7% entre os anos de 2019 e 2020, houve um crescimento considerável de 18,1% em 2021, chegando a 441 mil matrículas.   

Por isso, na hora de escolher a pós-graduação, é importante conhecer as diferenças entre elas e entender qual das opções está mais alinhada ao que se busca na trajetória profissional. Em primeiro lugar, é importante destacar que não há uma formação melhor ou pior que a outra. Toda pós-graduação enriquece o repertório, amplia a rede de contatos e agrega novos conhecimentos. Escolhendo aquela que mais faz sentido com os objetivos e expectativas, torna-se um investimento valioso na carreira.  

Como escolher a pós-graduação que melhor se encaixa comigo?  

Os cursos de pós-graduação são divididos em dois grupos. Mestrado e doutorado são stricto sensu, termo de origem latina que significa “sentido específico”. São formações mais exploratórias dos conhecimentos e que propõem discussões para contribuir com o avanço da ciência.  

Também de origem latina, lato sensu quer dizer “sentido amplo”. Especialização e Masters (MBA, MPA) são os cursos desse gênero, com foco no ensino de conhecimentos para qualificar a atuação no mercado de trabalho a partir de uma aprendizagem de conteúdos objetiva e aplicada.  

Quais as principais diferenças entre os cursos?  

A professora da Escola de Ciências da Saúde e da Vida e orientadora profissional Manoela Ziebell destaca três diferenças entre os cursos de stricto sensu e de lato sensu:  

“A função de uma formação stricto sensu, além de formar recursos humanos para pesquisa e para ensino, possibilita que os estudantes desenvolvam e testem novas soluções, produtos e serviços. Já os cursos de lato sensu têm como finalidade desenvolver conhecimentos aplicados ao seu cotidiano de trabalho, novas técnicas, práticas e fundamentos para atividades que já realiza”, destaca Manoela.  

Especialização ou MBA: qual escolher?  

Especialização e MBA (Master in Business Administration ou master em administração de negócios) fazem parte da categoria lato sensu. Os Masters, pelo nome, podem confundir alguns estudantes. Porém, assim como as especializações, o curso se classifica como lato sensu, não como mestrado. O foco desses cursos é o desenvolvimento de habilidades práticas para serem aplicadas no cotidiano profissional, por isso, costumam ser mais curtas, com 360 horas. Segundo Manoela, em geral, os MBAs, por exemplo, são mais voltados para gestão, preparando líderes nas suas áreas de experiência 

Já as especializações possuem como foco o desenvolvimento de competências e habilidades em determinada atividade profissional, não tendo como objetivo um cargo de liderança, por exemplo (mas, é claro, uma especialização pode ser decisiva para alcançar a vaga dos sonhos ou uma promoção no emprego). 

Manoela destaca que, na hora de tomar essa decisão, é importante entender bem o objetivo do curso, se é mais focado em atualização, formação e capacitação de gestores ou se o público de interesse é mais amplo.  

Mestrado e doutorado: o que muda, além do tempo de curso?  

Foto: Igor Bandera

Com caráter investigativo e exploratório, o mestrado e o doutorado duram dois e quatro anos, respectivamente. Nesses cursos, os pós-graduandos são orientados em um projeto de pesquisa com um recorte bem delimitado e participam de aulas que exploram a fundo os conhecimentos daquele campo de atuação.   

A principal diferença é o que se espera em termos de complexidade e de maturidade dos trabalhos. No mestrado, o pesquisador está sendo formado, então ainda precisa de uma orientação mais próxima e muitas vezes de uma interferência maior do orientador. Já no doutorado espera-se que o aluno tenha mais autonomia para a execução do trabalho e que entenda mais profundamente as suas teorias e os seus métodos para poder fazer a gestão do projeto de pesquisa. 

Na pós-graduação stricto sensu, principalmente em cursos de doutorado, ainda há a possibilidade de fazer uma parte da formação em alguma instituição parceira da PUCRS em outro país, por meio de editais e programas de internacionalização.  

O que considerar na hora de escolher a pós-graduação  

Segundo Manoela, o mais importante é considerar o objetivo, tanto em relação à carreira profissional quanto em relação à vida.  

“Eu posso querer uma movimentação mais imediata na minha organização e entender que isso é mais compatível com uma pós-graduação lato sensu. Se a longo prazo tenho interesse em ser docente ou trabalhar com pesquisa talvez a melhor opção pra mim possa ser outros cursos curtos e investir em um mestrado”, exemplifica.  

Quem está afastado há muito tempo do ensino superior e do mercado de trabalho pode ver tanto na especialização e MBA como no mestrado e doutorado uma forma de se reinserir profissionalmente e alcançar outras oportunidades. Ou seja: os cursos de lato sensu são uma boa oportunidade para quem está buscando ferramentas e instrumentos para aplicação prática e direta dos conhecimentos desenvolvidos na sua profissão. Já os cursos de mestrado e doutorado podem ser de interesse de quem busca desenvolver habilidades reflexivas e analíticas, uma vez que provocam discussões do ponto de vista científico acerca das temáticas em estudo. 

Tanto os cursos de stricto quanto os de lato podem contribuir para conquistar cargos de gestão. Assim, um profissional que deseja cursar uma formação para galgar posições na sua organização precisa entender o que a empresa precisa para considerar na hora de decidir qual pós-graduação escolher. Manoela diz ainda que é preciso considerar o tempo e o investimento que o curso irá demandar e se certificar de que ele se encaixa no momento de vida da pessoa.  

“É necessário considerar aspectos bem objetivos, como investimento, tempo e organização pessoal; e aspectos mais subjetivos, como o objetivo dessa experiência, o que eu pretendo fazer com ela na sequência, que tipo de conhecimento eu quero produzir e como eu quero impactar a sociedade com o que eu estou fazendo”, conclui.  

Leia também: 5 dicas para alavancar sua carreira 

Inscrições abertas para pós-graduação stricto e lato sensu  

Agora que você já sabe como escolher a pós-graduação que mais faz sentido para atingir seus objetivos, planeje-se para começar os estudos em 2024. A PUCRS está com inscrições e matrículas abertas para cursos de stricto e lato sensu em diversas áreas do conhecimento.  

Especialização e MBA

Está buscando algo que se encaixa à sua rotina? A PUCRS conta com cursos de Especialização e MBA na modalidade presencial e online. A Pós-Graduação Lato Sensu é indicada para profissionais que estão buscando uma recolocação no mercado ou que querem se especializar em uma área específica.

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Mestrado e Doutorado 

Já terminou a graduação e quer seguir na carreira acadêmica? A PUCRS está com processo seletivo aberto para programas de mestrado e doutorado em diferentes áreas, como Ciências Sociais, Ciência da Computação, Economia, Medicina, Odontologia, História e Letras. Com a melhor pós-graduação do Brasil, de acordo com a Capes, a PUCRS conta com programas reconhecidos nacional e internacionalmente e possui uma estrutura completa que valoriza e incentiva a pesquisa e o conhecimento científico. As inscrições podem ser realizadas até o dia 1º de dezembro. 

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