Repórteres e apresentadores negros são menos de 6% no telejornalismo gaúcho - Pesquisa realizada pelo jornalista Gabriel Bandeira levantou dados dos sete principais veículos do Rio Grande do Sul

Índice de repórteres e apresentadores negros no telejornalismo gaúcho / Foto: Reprodução

Apenas oito, dentre 134. Este é o número total de pessoas negras que atuam nas equipes de reportagem e apresentando os programas dos sete principais veículos de comunicação do estado. Os dados são da pesquisa A gente não se vê por aqui: o jornalista negro no maior grupo de comunicação do Rio Grande do Sul, desenvolvida por Gabriel Bandeira, durante o seu Trabalho de Conclusão de Concurso (TCC) em Jornalismo, na Escola de Comunicação, Artes e Design – Famecos. 

A pesquisa surgiu a partir de um incômodo constante do autor em relação à ausência de pessoas diversas na área da comunicação e começou a ser planejada ainda em 2020, quando a pauta antirracista estava sendo amplamente debatida após os assassinatos de George Floyd, nos Estados Unidos, e de José Alberto Freitas, na Zona Norte de Porto Alegre. 

“O Brasil tem uma ferida aberta com o seu passado escravocrata, que tem ramificações até hoje. E isso só se acentua em um estado de maioria branca, que historicamente coloca a contribuição negra em segundo plano. A pesquisa foi uma das maneiras que encontrei de tornar o racismo estrutural do mercado de trabalho visível para as outras pessoas. O número é chocante, mas, a partir dele, também é possível pensar no que será feito daqui para frente”, afirma o estudante.

No total, negros representam somente 5,97% dos/as profissionais presentes na programação dos telejornais analisados. Além das entrevistas realizadas com jornalistas negros da televisão gaúcha, o trabalho também aborda questões relacionadas ao racismo, à desigualdade racial na mídia gaúcha e questiona o papel dos veículos de comunicação na luta antirracista. 

Impacto de percepções sem diversidade 

Repórteres e apresentadores negros são menos de 6% no telejornalismo gaúcho - Pesquisa realizada pelo jornalista Gabriel Bandeira levantou dados dos sete principais veículos do Rio Grande do Sul

Jornalista Gabriel Bandeira, formado pela Famecos no segundo semestre de 2021 / Foto: Arquivo pessoal

A desproporção presente nas redações dos veículos de comunicação também reflete na forma de abordar questões do cotidiano. O jornalista ressalta que pessoas negras geralmente aparecem em pautas que são, por um estereótipo, mais focadas em temas comunitários, como: carnaval, ações sociais, marginalização, violência urbana, entre outros. “Temos profissionais negros atuando como médicos, advogadas, cientistas e tantas outras profissões que também são importantes para a sociedade. Precisamos dar mais visibilidade para essas vozes plurais em todos os espaços”, afirma. 

Esses dados também contrastam com a realidade do Brasil que, segundo o IBGE, tem maioria de população negra (56%), mesmo grupo que ocupa a maior parte da força de trabalho (57 milhões, 25% a mais do que os 46 milhões de trabalhadores brancos). Mesmo assim, por questões estruturais consequentes do contexto do racismo histórico, essas pessoas ocupam, em sua maioria, cargos de níveis mais baixos ou com os menores salários. 

O jornalista e professor orientador da pesquisa, Juremir Machado, conta que o processo de elaboração do trabalho foi muito rico: “Gabriel estava muito motivado. O tema e o estudo, que são atuais e pertinentes, tiveram resultados que falam por si. Ele pesquisou bastante, leu muito e fez entrevistas importantes. A excelência do trabalho se confirmou com o parecer da banca, que deu nota máxima à monografia”. Gabriel complementa: “Agradeço a todas as pessoas negras que vieram antes de mim e pavimentaram um caminho possível”. 

Leia também: Estudo aponta que o fato de ser negro no Brasil reduz os rendimentos em 17% 

Quem são os jornalistas negros no telejornalismo gaúcho 

Repórteres e apresentadores negros são menos de 6% no telejornalismo gaúcho - Pesquisa realizada pelo jornalista Gabriel Bandeira levantou dados dos sete principais veículos do Rio Grande do Sul

Banca reconheceu o trabalho de Gabriel Bandeira com nota máxima / Foto: Reprodução

Dentre os 5,97%, cinco são homens e três são mulheres: Fernanda Carvalho, Marck B e Seguidor F (RBS TV); Domício Grillo e Fernanda Bastos (TVE); Marcinho Bléki e Rafael Cavalheiro (SBT RS) e Liliane Pereira (Record TV RS). Band TV RS, TV Pampa e RDC, que somam 36 profissionais de vídeo, não têm nenhuma pessoa negra nesses cargos. 

A pesquisa revisa o trabalho do jornalista e atual doutorando Wagner Machado, publicado em 2009, que encontrou apenas três comunicadores negros dentre 421 jornalistas apurados, somando 0,71% de representação na época. A atualização levou em consideração a programação transmitida entre os dias 14 e 24 de junho de 2021, nas emissoras RBS TV, SBT RS, Record TV RS, TVE, Band RS, RDC TV e TV Pampa. 

Leia também: Onde estão as mulheres negras à sua volta? 

Reitoria da PUCRS renova apoio ao programa Cresce RS

Solimar Amaro e o deputado estadual e governador em exercício Ernani Polo / Foto: Joel Vargas/AL-RS

Na manhã desta terça-feira, 26 de janeiro, o Governo do Estado renovou o seu apoio ao Cresce RS, programa criado pela Assembleia Legislativa para monitorar projetos considerados estratégicos para o Rio Grande do Sul. O relações institucionais da PUCRS, Solimar Amaro, esteve presente na cerimônia que aconteceu no Palácio Piratini para a assinatura do termo de cooperação técnica como representante da Universidade. 

O programa, que já tem 19 projetos mapeados, deve ter encontros a cada 90 dias até 2022 para acompanhar o andamento das ações prioritárias. O Cresce RS é composto por três eixos: Infraestrutura e Logística, Desburocratização e Fomento dos Bancos Públicos. 

Além da PUCRS, também estiverem presentes representantes do Governo, que envolvem todos os Poderes, órgãos de controle, entidades empresariais, sociedades e universidades, além de Ernani Polo, deputado estadual e governador em exercício que assinou o termo. A metodologia de monitoramento para os projetos mapeados é a mesma utilizada por órgãos vinculados ao Executivo e prevê a apresentação de conteúdos e alternativas de soluções por parte dos responsáveis. 

Sobre o programa 

O objetivo do Cresce RS é propor ações para destravar os investimentos necessários ao crescimento do RS, acelerando processos de desenvolvimento e geração de emprego e renda. O suporte técnico do programa, que possibilita o acompanhamento das demandas, é da Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). 

última edição do Índice de Desenvolvimento Estadual-RS (iRS), divulgada nesta semana, registrou que o Rio Grande do Sul se manteve na sexta posição do ranking que mede a qualidade de vida nos Estados brasileiros. Depois de dois anos consecutivos de queda, os gaúchos conseguiram manter média superior à nacional, mas ainda insuficiente para retomar entre as cinco primeiras unidades da federação. Houve melhoras em variáveis de segurança e longevidade, enquanto o desempenho em educação seguiu como motivo de preocupação.  

As informações são fruto do levantamento referente ao período de 2018, e resultam da parceria entre PUCRS e jornal Zero Hora, que criou o indicador em 2014. O iRS tem o mesmo referencial teórico do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), e aponta o desempenho dos estados e do Distrito Federal em três dimensões: padrão de vida, educação e, reunidas, segurança e longevidade. Cada um dos grupos é composto por três variáveis, e os dados apresentados são os mais recentes à disposição em bases públicas, neste caso de dois anos atrás 

No campo da educação, o RS perdeu duas colocações, caiu da 14ª para a 16ª posição. Nos quesitos longevidade e segurança, recuperou a quinta posição, por conta, principalmente, da redução da taxa de homicídios em 2018, uma das variáveis analisadasNa terceira dimensão, padrão de vida, houve estabilidade, permanecendo no quinto lugar desse grupo, mesmo com queda na renda, outra variável contemplada pelo estudo.    

De acordo com o coordenador da pesquisa e professor da Escola de NegóciosEly José de Mattos, o resultado já era o esperado. “Em 2018 não havia indícios de retomada econômica consistente em curso. O país estava tentando sair da crise anterior, com aperto na renda. No RS houve melhora nos números de segurança e longevidade. A educação continuou em situação desfavorável”, comenta o economista.       

A variação do iRS ocorre entre zero e um, assim como a do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Quanto maior o índice, melhor o desempenho. Em 2018, o indicador geral gaúcho subiu de 0,638 para 0,652, alta de 2,2%. A média brasileira teve elevação idêntica de 2,2% na comparação com o ano anterior. Os dados completos podem ser conferidos em https://gauchazh.clicrbs.com.br/especiais/irs-2020/index.html e a nota técnica está disponível aqui 

Na próxima segundafeira, 26 de outubro, a PUCRS promove a live do Fórum Os desafios contemporâneos da educação, com um debate a partir dos resultados da 7ª edição do iRS. O evento online é gratuito e será transmitido pelo canal da PUCRS no YouTube, às 19h30.

Síntese do estudo sobre atividade econômica do RS feito pelo professor Adelar Fochezatto

Síntese do estudo sobre atividade econômica do RS feito pelo professor Adelar Fochezatto

Mensurar ou prever os reais impactos da pandemia na atividade econômica tem sido um desafio em todos os cantos do mundo. No Rio Grande do Sul, um estudo desenvolvido pelo Comitê de Dados do Governo do Estado no enfrentamento da Covid-19 prevê que os efeitos sejam superiores ao pico da recessão vivida em 2015.

O professor da Escola NegóciosAdelar Fochezatto, é um dos colaboradores deste Comitê, órgão responsável por elaborar análises e reunir dados para embasar decisões. Ele atua junto ao grupo de trabalho (GT) de Atividade Econômica, coordenado pela economista Vanessa Neumann Sulzbach, do Departamento de Economia e Estatística (DEE) da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão do Rio Grande do Sul (Seplag).

O estudo, que já foi apresentado ao Gabinete de Crise com a presença do governador Eduardo Leite, reuniu, a partir de uma série de indicadores sobre o consumo e a circulação das pessoas, dois modelos distintos, mas complementares, para fazer projeções de crescimento da economia gaúcha em 2020. Um deles foi conduzido por Fochezatto e o outro pelo professor Régis Augusto Ely, do Departamento de Economia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

O trabalho iniciou em março e, segundo Fochezatto, o maior desafio foi reunir informações e dados estatísticos para a realização das análises. “Os próprios estudos fazem projeções sobre um futuro que não sabemos bem como será. Até que ponto o novo normal será diferente do anterior? A pesquisa científica, assim como a participação da Universidade, é crucial em momentos como este. O trabalho de pesquisa tem sido fundamental para a tomada de decisões em todas as áreas”, ressalta.

Mesmo em cenários menos pessimistas, os modelos utilizados mostram que 2020 será pior do que 2015, quando o País viveu o pico de uma recessão. Em uma das análises de curto prazo, a retração do IBCR-RS (Índice de Atividade Econômica do Banco Central para o RS) seria na ordem de 10%, isso na hipótese de se retomar gradativamente os índices de atividade pré-pandemia. 

Projeções pautadas pelo desempenho dos principais segmentos produtivos 

O modelo de estudo utilizado por Fochezatto desenvolveu estimativas sobre os impactos da pandemia se valendo de projeções de cenários agregados e setoriais para o Valor Adicionado Bruto (VAB) e em termos de arrecadação do ICMS. Ele avaliou o desempenho dos principais segmentos produtivos do RS por meio de indicadores como o choque de demanda de energia em cada setor, os níveis de recolhimento do principal imposto estadual e a queda de oferta de produtos primários por conta da forte estiagem que atingiu o Estado.

A partir disso, o modelo trabalhou em dois cenários: um deles com a crise perdurando quatro meses e o segundo, se prolongando por nove meses. Mesmo quando sofre por menos tempo, a economia gaúcha pode variar negativamente entre 6,5% e 8,1%. As perdas, em termos de arrecadação do ICMS, devem ficar entre R$ 1,8 bilhão e R$ 2,3 bilhões e entre R$ 21,7 bilhões e R$ 27,1 bilhões em termos de VAB.

Na situação mais extrema, a queda na cobrança do imposto ficaria entre R$ 4,1 bilhões e R$ 5,1 bilhões (variação negativa entre 14,6% e 18,2%), no mínimo o dobro do volume de repasses com o socorro que o Estado receberá da União em quatro parcelas. Nessa situação mais extrema, as perdas de VAB ficariam entre R$ 48,8 bilhões e R$ 61,1 bilhões. Nos cenários analisados, o setor automobilístico, a agropecuária, a indústria metalúrgica e a fabricação de aço são os que apresentam maiores variações negativas, tanto no VAB como na arrecadação de ICMS.

Pró Mata, intercâmbio, Internacional

O curso aborda ecossistemas terrestres, marinhos e de água doce. Foto: Arquivo Pessoal

Um grupo de 11 estudantes da Concordia University of Edmonton (CUE), liderados pelo professor Xin Chen, esteve na PUCRS na primeira quinzena de maio durante o curso internacional em Ecossistemas Marinhos e Água Doce e Terrestres, da instituição canadense. A capacitação visa melhorar uma perspectiva global e experiência em questões ambientais que enfrentam o mundo de hoje. Além da recepção no Escritório de Cooperação Internacional, os universitários conheceram o Centro de Pesquisas e Conservação da Natureza – Pró-Mata, vinculado ao Instituto do Meio Ambiente da PUCRS (IMA) e situado no município de São Francisco de Paula (RS).

“O Brasil é o país com a maior biodiversidade de flora e fauna do planeta e, por isso, é o destino ideal para esse curso”, afirma o professor da CUE. De acordo com Chen, a escolha pelo Rio Grande do Sul ocorreu pela diversidade de ecossistemas terrestres, de água doce e marinhos conectados por um sistema de transporte conveniente e pela parceria entre a CUE e as universidades do estado. Os estudantes também visitaram as cidades de Gramado e Torres, o Parque Estadual do Itapuã, em Viamão, e a Universidade Federal do Rio Grande (FURG). A PUCRS mantém convênio com a instituição canadense desde 2014.

Ecossistemas gaúchos

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O Brasil é o país com maior variedade de flora e fauna no mundo. Foto: Arquivo Pessoal

Esta é a segunda vez que o curso chega ao estado do Rio Grande do Sul. O diretor do IMA, professor Nelson Fontoura, auxiliou o grupo no planejamento de atividades. “Fontoura inclusive participou da programação dando palestras e orientando viagens de campo para o grupo. Nossa turma se beneficiou muito de seu amplo conhecimento em geografia, geo-hidrologia, flora e fauna e questões ambientais”, adiciona Chen.

De acordo com Fontoura a relevância de parcerias internacionais como essa é a promoção do intercâmbio acadêmico. “No contexto desta cooperação já publicamos dois artigos científicos em revistas internacionais”, conta o pesquisador.

Confira registros do curso:

 

jantar farroupilha, mobilidade acadêmica

Foto: Mariana Haupenthal

Em plena Semana Farroupilha, os estudantes internacionais em mobilidade na PUCRS neste semestre tiveram a oportunidade de conhecer de perto um pouco mais sobre a cultura gaúcha. Na noite desta terça-feira, dia 18 de setembro, alunos de 11 países foram recepcionados no Centro de Tradições Gaúchas (CTG) Aldeia dos Anjos, na cidade de Gravataí.

O encontro contou com integração entre os estudantes estrangeiros e a invernada juvenil, momentos de curiosidades sobre o chimarrão e sobre a vestimenta típica. Depois foi hora de assistir ao show de danças do grupo, com música ao vivo. Os alunos foram convidados a participar da Polonese, tradicional dança polonesa com influência francesa, também conhecida como dança da integração. Após as apresentações, um jantar com diversos pratos típicos foi servido.

Osvaldo Arevalo Salazar, do Instituto Tecnológico Superior de Irapuato, no México, curtiu a noite e destacou a riqueza da cultura gaúcha. “Achei muito interessantes as roupas muito coloridas das mulheres e os homens com botas e chapéus, além disso, o som que os gaúchos pilchados fazem quando caminham também é um aspecto peculiar da cultura”, comentou o estudante de Engenharia Industrial.

Para Hugo Chircop, da Université Bordeaux Montaigne, na França, e que está fazendo disciplinas na Escola de Humanidades, o show de danças foi o mais interessante. Já para alemã Juliane Dainat, estudante da Hochschule Bremen, conhecer os adolescentes do grupo de danças e ver que mesmo os mais jovens buscam manter a cultura gaúcha viva e o quanto se sentem orgulhosos ao fazer isso foi gratificante. “É muito legal que a PUCRS nos ofereça tantas opções diferentes para conhecermos o Campus, a cidade e a cultura do Rio Grande do Sul”, adiciona.

jantar farroupilha, mobilidade acadêmica

Foto: Mariana Haupenthal

A atividade foi promovida pela Assessoria de Cooperação Internacional e faz parte do calendário de acolhimento dos alunos internacionais. Para Vitor Schaurich, que atua na Mobilidade In da Assessoria, esta foi uma oportunidade de apresentar as tradições do Rio Grande do Sul em um momento de integração.  “Quando realizamos a difícil escolha de viver em um país diferente, nada é mais enriquecedor e gratificante do que conhecer e explorar a cultura e as tradições locais de maneira que nos sintamos acolhidos e integrados na sociedade que nos recebe”, afirma.

Sobre o CTG Aldeia dos Anjos

A acolhida do CTG Aldeia dos Anjos foi o que fez do evento um momento especial e inesquecível para os alunos estrangeiros. Fundado em 22 de janeiro de 1956, o local busca resgatar, preservar e difundir as artes e a cultura do povo gaúcho. O CTG já participou de diversas competições e apresentações em mais de 15 países ao redor do mundo, como China, Bélgica, França, Itália, Turquia, Canadá e Estados Unidos. Em 2017, conquistou o Grand Prize do Cheonan World Dance Festival, disputado na Coreia do Sul.

Confira imagens do jantar:

Bandeira do Estado do Rio Grande do Sul

Nesta quinta-feira, dia 20 de setembro, não haverá aulas na PUCRS, devido ao feriado do Dia do Gaúcho e às comemorações da Semana Farroupilha, conforme previsto no Calendário Acadêmico. A Biblioteca Central, o Museu de Ciências e Tecnologia, o Parque Esportivo, a Central de Atendimento ao Aluno e demais serviços também estarão fechados. As Escolas e demais Unidades Universitárias retomam as suas funções na sexta-feira, dia 21.

 

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Foto: Eduardo Borba

Em homenagem à Semana Farroupilha e ao Dia do Gaúcho, comemorado em 20 de setembro, a PUCRS sediará duas atividades de valorização da cultura rio-grandense. O Piquete Querência Pastoral (em frente ao prédio 30 do Campus) e a Biblioteca Central Ir. José Otão recebem eventos abertos ao público e gratuitos. Detalhes da programação podem ser obtidos entrando em contato com o Centro de Eventos da PUCRS pelo fone (51) 3320-3566.

Exposição cultural

Até o dia 18 de setembro, a Biblioteca organiza no saguão uma exposição de artefatos, indumentárias e publicações relacionadas ao tradicionalismo regional. Entre os itens expostos estão jornais raros, discos com canções típicas e diferentes confecções da bandeira do estado. No espaço Dicas de Leitura, em frente às escadas rolantes, descansam títulos de escritores gaúchos, especialmente de Paixão Cortes.

Missa tradicionalista

O Centro de Pastoral e Solidariedade promove, no dia 19, uma Missa Crioula e confraternização posterior. O encontro será no Piquete Querência Pastoral e tem início às 18h30min. A intenção é proporcionar à comunidade universitária momentos de partilha e vivência dos valores do evangelho na tradição gaúcha. O evento conta com a parceria do CTG Centauro dos Pampas, integrado pelos seminaristas de Viamão, e apoio do Padre Tiago Francesco Escouto, da Paróquia Nossa Senhora de Belém.

Visita do Cônsul do Paraguai, reitoria

Foto: Bruno Todeschini

A PUCRS recebeu na tarde desta terça-feira, dia 19 de junho, o cônsul-geral do Paraguai em Porto Alegre, embaixador José Martínez Lezcano. À frente do Consulado desde 2017, Lezcano foi recebido no Salão Nobre da Reitoria pelo reitor Ir. Evilázio Teixeira. A autoridade paraguaia destacou o interesse de aproximação com o Estado do Rio Grande do Sul, especialmente em movimentos ligados à Educação Superior via mobilidade acadêmica entre universitários dos dois países.

Durante a visita, Teixeira falou sobre sua recente participação na 3ª Conferência Regional da Educação Superior da América Latina e Caribe (Cres 2018), onde diversas autoridades da América Latina se reuniram em Córdoba, na Argentina. De acordo com o reitor, as temáticas apresentadas na ocasião reforçaram a necessidade de cooperação urgente e emergente entre os países latino-americanos. Além disso, reafirmou o desejo de aproximação com países da América Latina, buscando união e soluções conjuntas.

Foto: Flavia Polo

Foto: Flavia Polo

Além da recepção no Salão Nobre, o embaixador também visitou o Instituto do Cérebro do Rio Grande do Sul, onde conheceu a estrutura e as pesquisas desenvolvidas no local, incluindo o Centro de Produção de Radiofármacos, onde viu de perto a produção de substâncias utilizadas nos exames de imagem feitos no próprio InsCer. Lezcano foi recebido pela enfermeira e supervisora administrativa e assistencial do Instituto, Cristina Friedrich.

O encontro na Reitoria também contou com a presença da assessora-chefe da Assessoria de Cooperação Internacional, Heloísa Orsi Koch Delgado, e do chefe do gabinete da Reitoria, Alexander Goulart.

8º Encontro de Economia Gaúcha (EEG)Estão abertas as inscrições para a 8ª edição do Encontro de Economia Gaúcha (EEG), um espaço de debate sobre a economia estadual. O evento ocorre nos dias 19 e 20 de maio, no prédio 50 do Campus (avenida Ipiranga, 6681 – Porto Alegre).

Um dos propósitos do encontro é analisar os problemas econômicos do Rio Grande de Sul sob uma perspectiva plural e com temas variados. Além disso, busca motivar as autoridades do Estado a promoverem debates e produzirem textos sobre as questões econômicas. Entre os temas previstos estão agricultura familiar, desigualdade, pobreza, economia do trabalho, economia regional e urbana.

Interessados em participar podem enviar artigos científicos através do site eventos.pucrs.br/eeg2016. Os trabalhos podem abordar diversos temas relacionados à economia, mas devem, obrigatoriamente, falar sobre o Rio Grande do Sul. Além da apresentação de artigos científicos, o encontro terá palestras e workshops. Interessados no tema podem realizar inscrições para o evento no site citado. Outras informações pelo telefone (51) 3353-3688.