Ensino

PUCRS oferece 40 novas bolsas de mestrado e doutorado

quarta-feira, 10 de março | 2021

quadro-negro, aula, educação

Foto: Bruno Todeschini

Como parte do esforço institucional da PUCRS em apoiar estudantes e investir na pesquisa e na pós-graduação, a Universidade aprovou 40 novas bolsas de estudos para alunos de mestrado e doutorado pelo Programa Institucional para Incentivo à Pós-graduação Stricto Sensu (PRO-Stricto). A iniciativa visa mitigar os efeitos da redução das cotas de bolsas CAPES/CNPq que afetam os Programas de Pós-graduação (PPG), reforçar o posicionamento da PUCRS como uma Universidade de Pesquisa e possibilitar o ingresso de novos estudantes em 2021.

As novas bolsas são referentes a porcentagens de desconto na mensalidade dos cursos de mestrado e doutorado (25% e 50%) e são concedidas diretamente pelos PPGs aos novos ingressantes nos programas, selecionados no final de 2020.

Desde o lançamento do programa em 2020, a PUCRS já concedeu 62 bolsas PRO-Stricto para mestrandos e doutorandos de 22 programas de pós-graduação da Universidade, além de outras 45 que ficaram disponíveis para 2021. Com a decisão de ampliação de 40 novas bolsas, os PPGs passam a ter 85 bolsas no total para o ano que inicia.

Para o pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação Carlos Eduardo Lobo e Silva, a decisão da Reitoria em aumentar o número de bolsas PRO-Stricto reafirma uma definição institucional: pós-graduação e pesquisa são pilares da missão da PUCRS. “De nossa parte, recebemos o apoio à nossa proposta, reforçando o compromisso de oferecer um ensino de pós-graduação que, ancorado na excelência, esteja cada vez mais conectado com a sociedade, atendendo necessidades e trazendo soluções”, afirma.

Para o diretor de pós-graduação Christian Kristensen, “frente à redução na oferta de bolsas da CAPES e do CNPq, a distribuição de cotas adicionais de Bolsa PRO-Stricto não apenas aumenta o acesso de estudantes aos Programas de Pós-Graduação da PUCRS mas também viabiliza maior dedicação dos mestrandos e doutorandos às atividades de pesquisa”, afirma.

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