Institucional

PUCRS é uma das Campeãs da Inovação

quinta-feira, 28 de abril | 2016

Prêmio Campeãs da Inovação 2015

Gabriela Ferreira, representando a PUCRS, recebeu os prêmios
Foto: Tony Santos

A PUCRS conquistou o 15º lugar entre as 50 empresas mais inovadoras e criativas da região sul no ranking Campeãs da Inovação, da Revista Amanhã, em parceria com Edusys e Fundação Dom Cabral. No setor de Educação, a Universidade é a 1ª colocada. A entrega da premiação ocorreu na quarta-feira, 27 de abril, no Polo Petroquímico, em Triunfo. Na ocasião, a diretora de Inovação da Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento, Gabriela Ferreira, representou a Instituição, recebendo os dois prêmios (de líder no setor e por ter ficado entre as 20 mais inovadoras) das mãos de João Freire, diretor de Relações Institucionais da Braskem, anfitriã do encontro.

O ranking é feito com base na aplicação de um questionário abordando assuntos relativos à estrutura e cultura organizacional; inovação; criatividade e desenvolvimento; tratamento e orientação à inovação. O projeto chega à 12ª edição. No total, a PUCRS teve destaque durante nove anos consecutivos. O presidente do Grupo Amanhã, Jorge Polydoro, anunciou, durante o evento, o lançamento, em breve, do livro Empresas que Inspiram, com as organizações que aparecem no ranking frequentemente. A experiência da PUCRS será contada na publicação.

Após a premiação, foi apresentado o case da Braskem. A pesquisadora Márcia Pires, da área de polímeros, mostrou como se dá a inovação na empresa, partindo das necessidades dos clientes e buscando levar tendências para o mercado. O plástico verde (polietileno derivado do etanol de cana-de-açúcar) é um dos exemplos. Usado em embalagens e sacolas, é produzido na unidade de Triunfo, com capacidade de 200 mil toneladas anuais. Para o futuro, a Braskem foca no plástico inteligente. Projetos que podem resultar em uma embalagem que consiga aumentar o tempo de vida útil do produto, liberando, gradativamente, conservantes. E ainda indique quando o alimento não está mais próprio para o consumo. Outras propostas são criar um sensor de frescor que aponta a qualidade do leite e uma luva que se torna azul em contato com substâncias perigosas. A explanação foi seguida de visita às unidades industriais da empresa.

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